17 de ago. de 2009

Só pra constar

E aí caros leitores.
Não tenho tido muito saco para postar. Pensei em dizer que andava sem tempo, mas “estar sem tempo” é relativo já que agora estou aqui postando.
Vou aproveitar a ocasião para deixar um grande abraço pra Vó , Vô, Fábio, Lê e Guto que estão fazendo aniversário neste mês. Desejo que todos vocês tenho a dose certa de equilibrio para levar suas vidas da forma mais harmônica possível.
Tenho tentado entrar em contato com meu “EU” interior para buscar mais equilíbrio e paz no meu dia-a-dia. Porque uma coisa é certa: ser feliz depende só nós mesmos. O cara que é carrancudo pode ganhar na loteria, realizar todos os seus sonhos, desejos e até fantasias sexuais, que não deixará de ser daquele jeito. É claro que ninguém precisa estar feliz sempre. Não falo aqui da de estar todos os dias mostrando os dentes. Me refiro a forma com se vê a vida. Algumas pessoas veem tudo pelo lado negativo, por outro lado há as que preferem ter esperança, fé, pensamentos positivos, acham que vai dar certo. Acredito que essa maneira de enxergar a vida seja composta precipuamente por dois fatores: ambiente familiar e a parte pessoal de cada um. Digo isso porque, considerando o meu caso como exemplo, pois me considero um cara que leva a vida tranquilamente, devo admitir que grande parte da minha capacidade de absorver as experiências cotidianas e visualizá-las simplesmente como mais uma, apenas usufruindo dos conhecimentos que ela pode me fornecer, são fruto da educação que tive, passada do meu avô para meu pai e de mei pai para mim. Todavia, não acredito que simplesmente ouvir do pai ou da mãe que deve-se pensar positivamente ou repetir a frase: ”todos os dias sobre todos os pontos de vista vou cada vez melhor”, possa ser o único fator capaz de fazer com que uma pessoa seja tranquila. É preciso mais. Falta a parte pessoal. Falta se conhecer, olhar para si, se entender, dizer para si mesmo que não vai fazer, dizer ou agir de tal forma, buscar melhorar. Nesse sentido, acabei de ver um filme muito interessante, estrelado por Clint Eastwod chamado Grand Torino. O filme é de 2008 e trata de um senhor, veterano de guerra que perde a esposa e cria um laço de amizade com um jovem vizinho. Clint Eastwod interpreta com maestria um velho rabujento que não se dá com os filhos e que descobre estar muito doente após alguns exames, permitindo-se a partir disso relacionar-se dando uma verdadeira aula de virtude nos seu últimos momentos. Vale a pena.
Vou encerrando este post, pois amanhã recomeça a função.
Obrigado a todos que passaram por aqui. Gostaria muito que todos que passam deixem um comentário. Isso me dá mais ânimo para postar. Até pessoal…

3 comentários:

  1. A maior alegria de um pai é saber que de fato preparou seu filho para ser um homem de bem. Assim, sendo o mundo uma sequência, agora é a tua vez. Cuida bem do guri. Guri do pai!

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  2. Cristiano, filho querido!
    Estás vivendo um momento muito rico na tua vida:a maturidade. Que bom! te amo e Arthur também.Assim como todos que te conhecem.
    Beijo, amor da mãe!

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  3. "às vezes eu falo com a vida, às vezes ela quem diz: qual a paz que eu não quero conservar pra tentar ser feliz..."
    Lembras dessa música!? Gosto de pensar sobre isso...tens toda a razão!
    A cada dia mais percebo que alimentar a paz e "estar de bem com a vida" só atrai, como um ímã, situações e pessoas especiais. Tu és uma delas...estamos te esperando aqui. bjãozão

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